Como você apresenta Deus a seu (a) filho (a)?

 Olá, tudo bem?

Antes que você imagine se tratar de um tema religioso, gostaria de lhe garantir que não é o caso.

E nesse momento você pode estar pensando… Mas se não é religioso, qual é o objetivo desse tema? E por que aborda-lo aqui?

Já explico…

Bem, você certamente já ouviu dizer que dos 0 aos 7 anos, a criança é mais suscetível às impressões e aos ensinamentos que recebe, não é mesmo?

E, consequentemente, se está mais receptiva aquilo que os pais, professores e familiares lhe transmitem por meio de palavras e ações, certamente aprenderá a fazer escolhas de acordo com as orientações recebidas, certo?

Agora eu lhe pergunto: – Como você tem apresentado Deus para seu (a) filho (a)? Você costuma falar sobre esse assunto com ele (a)? Ou você espera que a escola, a igreja, o templo, o centro espírita ou qualquer outro local religioso faça isso por você?

O objetivo desse post é refletir acerca de duas crenças limitantes que por vezes possuímos:

A primeira é aquela que nos faz apresentar aos nossos filhos uma fé religiosa, sem contudo proporcionar a eles uma vivência diária com o Criador, deixando para tratar desse assunto apenas em dias e locais estabelecidos para a missa, o culto, a catequese, a evangelização, etc.

Dessa forma, Deus passa a ser aquela figura distante de nós e a quem, geralmente, recorremos em momentos de crise ou para pedir alguma coisa, não é verdade? E nossos filhos irão repetir esse padrão.

A segunda crença limitante é aquela que nos faz pensar que nossos filhos não devem ser apresentados a Deus porque isso seria induzi-los a uma escolha religiosa na infância sem a certeza de que essa seria a melhor opção para suas vidas adultas.

E assim, distanciamos ainda mais nossos pequenos do contato tão salutar com o Senhor do Universo. Já tinha parado para pensar nisso???

Pois bem, se você compartilha da primeira crença, é hora de refletir um pouco acerca de como você está perdendo a oportunidade de deixar a criança sentir a presença do Criador junto à ela, em todos os momentos de sua vida, independentemente do local em que ela esteja.

Apresentar Deus a nossos filhos é, muitas vezes, mudar nossas próprias atitudes, eliminar nossos preconceitos, fazer ao outro o que queremos que seja feito a nós mesmos, é auxiliar sempre que necessário, é abster-se de julgamentos a respeito do outro, etc e etc…

Para tanto, não basta falar sobre Deus… é preciso viver Deus… percebe a diferença? E para vivenciar Deus é preciso agir e não apenas falar. É demonstrar a nossos filhos o que fazemos, diariamente, para agradecer a vida que recebemos, é respeitar as leis do universo e nos tornarmos pessoas melhores.

E se você compartilha da segunda crença, é hora de mudar totalmente de abordagem. Você deixaria de levar seu (a) filho (a) à escola ou de leva-lo (a) para uma campanha de vacinação porque ele (a) ainda não tem idade para decidir se deve ir ou não??? É claro que não!!! Portanto, por que não apresentar o Criador a seu (a) filho (a)?

Do mesmo modo que você ensina à sua criança porque existem as fases da lua, o pôr-do-sol, o dia e a noite, os meses e as estações do ano, explique a ela que há um Criador e que Ele nos deu a vida como presente para cumprirmos a nossa missão nesse mundo.

E se você se perguntou nesse momento: – Que missão???

A resposta mais apropriada é: a missão de transformar o mundo em que vivemos. E só transformamos o mundo se transformarmos a nós mesmos!!!

Antes de iniciarmos aquele discurso retrógrado sobre o mundo caótico e de que como as coisas estão difíceis, examinemos o que temos feito para contribuir e para melhorá-lo!!!?

Finalmente, nossa dica é: podemos transformar o mundo sim, ainda que de maneira modesta, educando nossas crianças com ética e respeito às pessoas e ao universo.

Façamos a nossa parte…

Beijos iluminados!!!

 

 

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