Como vencer o bullying?

Você considera o bullying algo impossível de vencer? Seu (a) filho (a) já sofreu esse abuso emocional e você se sentiu impotente para ajuda-lo?

Ou ainda, seu (a) filho (a) já praticou bullying e você nunca imaginou que isso poderia acontecer? Pois bem… reflitamos um pouco sobre esse polêmico assunto.

O bullying teve, ao longo da história, um protagonismo “tolerável” e por vezes considerado justificável para tornar as crianças supostamente “fortalecidas” e preparadas para lidar com as adversidades.

Havia famílias que estimulavam esse comportamento dentro de seus próprios lares, entre irmãos que por ciúmes, egoísmo ou rivalidade infantil trocavam ofensas permitidas pelos pais, o que era considerado perfeitamente natural.

Assim, era comum que os primeiros apelidos infantis fossem dados pelos irmãos ou até mesmo pelos próprios pais ou parentes.

Absurdo ou não, esse não será o foco de nossas reflexões. Isso é passado e deve permanecer lá, pois, o mundo evoluiu e hoje a questão é considerada inaceitável, ainda que seja praticada de forma velada.

Pois bem… o importante aqui é que consigamos preparar nossos filhos, primeiramente, para não praticá-lo e, posteriormente, para não permitirem que sua autoestima seja abalada em caso de serem vítimas desse comportamento.

Agora precisamos refletir um pouco acerca de alguns pequenos “deslizes” que cometemos e que, podem sim, contribuir para que nossos filhos pratiquem esse abuso. Não sabe quais deslizes poderiam ser?

Muito bem, vamos enumerar os mais comuns:

a) provocar a criança com apelidos supostamente “inocentes”;

b) debochar de suas falhas ou enaltecer suas fraquezas;

c) compará-la com algum personagem engraçado ou caricato;

d) falar frequentemente mal de alguém ou criticar constantemente outras pessoas na presença dela;

e) enumerar negativamente os defeitos alheios, etc

Esses são apenas alguns exemplos de atitudes inadequadas que são aceitas como perfeitamente normais, entretanto, podem afetar e muito a autoestima de nossos filhos e incentivá-los a um comportamento crítico e negativo com relação às pessoas. 

Nossos filhos são e serão o espelho daquilo que vivenciarem no ambiente familiar. Portanto, esteja atento para evitar que o foco de suas palavras e atitudes seja sempre negativo.

E como podemos ajudar nossos filhos a enfrentar o bullying e superá-lo?

A melhor maneira é ouvir e acolher nossa criança. Deixar que ela confie em nós para nos dizer o que realmente aconteceu.

Assim, ouça sem interromper ou criticar. Deixe que ela chore e diga-lhe que entende o motivo de sua tristeza. Dê-lhe um abraço aconchegante e diga-lhe o quanto a ama, fazendo-a perceber suas próprias qualidades.

Após, sem criticar a pessoa que lhe causou a dor, tente fazê-la compreender que quem mais sofre é quem ofende. E que, possivelmente, quem lhe maltratou está precisando de ajuda. Diga-lhe, ainda, que a pessoa que lhe ofendeu não a conhece de verdade e não sabe o valor de sua amizade.

Dessa forma, você não estará denegrindo a imagem da pessoa que lhe feriu e isso será percebido pela criança como um exemplo positivo. Assim será mais fácil para ela perceber que o erro está no outro e não com ela e, consequentemente, haverá maior chance de superação sem maiores traumas.

Não podemos impedir que nossos filhos sofram, mas podemos ajuda-los a crescer com o sofrimento.

Enfim… isso é viver, não é mesmo?

E se seu filho precisar de uma ajuda da fada madrinha, adquira o vídeo especialmente dedicado para esse fim, ou seja, a superação do bullying. Segue o link do produto: Lidando com a mágoa

Um grande abraço e até o nosso próximo post!

 

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