A infância perdida

Olá! Tudo bem com você?

Hoje vamos tratar um de um assunto que tem sido deixado de lado por algumas famílias: a infância.

Nosso filhos têm recebido tantos estímulos equivocados que, por vezes, chegamos a nos perguntar se a infância deles não está diminuindo…

Mas, como assim? A infância não diminui… Isso não existe, certo???

Será???

Não vamos aqui nos referir ao passado ou fazer qualquer tipo de comparação com a nossa própria infância ou com tempos remotos que nem sempre foram melhores do que os atuais, porém, desejamos refletir sobre a seguinte questão:

Estamos deixando que as nossas crianças sejam crianças?

Ainda não está entendendo? Já explicamos.

Todas as vezes que deixamos nossos filhos expostos a estímulos que não são indicados para suas idades, estamos acelerando o término de suas infâncias.

E que estímulos seriam esses? Vejamos alguns exemplos disso, quando:

  • permitimos que nossos filhos tenham acesso a conteúdos que não são apropriados à sua idade, tais como canais do YouTube ou séries do Netflix;
  • levamos nossos filhos a locais inadequados, expondo-os a assuntos que não são de seu interesse ou ambientes que podem ser perigosos para eles;
  • permitimos que eles assistam aquele filme violento ou com conteúdo indicado para adultos;
  • estamos assistindo a um programa de domingo ou a uma novela, (aparentemente sem nenhuma maldade) ao lado deles;
  • permitimos que ouçam músicas cujos temas eles não sejam capazes de analisar adequadamente por falta de maturidade emocional.

Todos esses estímulos “inocentes” tem feito parte da infância de nossas crianças e observamos que algumas delas já se despedem precocemente dos brinquedos, das bonecas, dos carrinhos, dos sonhos, das imaginações repletas de criatividade.

Ouvimos crianças de 7 ou 8 anos comentando sobre seus “namoros”, sobre seus “selinhos” e desde muito cedo começando a experimentar suas primeiras desilusões “amorosas”.

E nesse momento nos perguntamos: pra quê??? Com qual objetivo permitimos que isso aconteça? Por que acelerar um processo que deve ser percorrido e vivenciado de maneira gradual e tranquila?

Se você deseja que a saúde emocional de sua criança se desenvolva com equilíbrio, deixe que ela SEJA criança. Permita que ela brinque, corra, pule, sonhe, chore e viva como uma criança.

A natureza não dá saltos e é necessário esperar para colher os frutos maduros. Por que seria diferente com nossos filhos?

Pense nisso!!!

Beijos iluminados!

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